8 Erros Financeiros que Podem Acabar com o seu Casamento | Esboço de Sermão - Pregações e Estudos Biblicos
8 Erros Financeiros que Podem Acabar com o seu Casamento | Esboço de Sermão – Pregações e Estudos Biblicos

O casamento é cheio de instabilidades, isso não é surpresa para ninguém. Porém, o que determina o futuro e a saúde do relacionamento é a maneira com a qual administramos esses momentos de turbulência. As desavenças cotidianas, muitas vezes pequenas, se não forem devidamente tratadas, podem crescer e ameaçar a integridade do vínculo sagrado entre homem e mulher.

Aqui nesse artigo você poderá identificar, de maneira rápida e fácil, 8 Erros que talvez você já esteja cometendo e que podem colocar em risco a sua família.

Você sabe – O uso do dinheiro é um dos assuntos mais espinhosos e causador de conflitos entre os casais. Diversos relacionamentos se desfazem a todo o momento pela falta de sintonia financeira entre os cônjuges.

Nós não sabemos se você já teve alguma briga ou desavença por conta do dinheiro em seu lar, mas temos certeza que um dia você terá, infelizmente. Todos os casais estão a mercê desse risco, seja os que tem dinheiro em excesso, seja os que tem escassez de recursos em sua casa.

Após esse texto você poderá entender, o quê, em nossa pesquisa, feita com milhares de casais que acompanhamos dia a dia nas redes sociais, são aquelas coisas que “pegam” e levam a riscos que você não precisa correr.

É muito importante para nós, que após a leitura você possa pontuar quais desses erros você comete ou já cometeu, escreve lá nos comentários, isso irá nos ajudar a melhorar nossa pesquisa e com isso nós e você poderemos ajudar outros casais.

Teoricamente, possuir recursos em abundância é uma maravilha. A família sacia os seus desejos e os dias se passam com tranquilidade. Entretanto, em tempos de crise como os em que vivemos, todo o cuidado é pouco. Em um piscar de olhos, os ventos calmos que sopram contra a vela de nosso dia a dia podem se avolumar e se tornar uma grande tempestade. Arrasadora, a tormenta, caso nos pegue desprevenidos, pode arrasar muito mais que uma conta bancária.

Por isso, trazemos aqui 8 Erros clássicos na administração financeira que, se cometidos em sequência, são capazes de destruir famílias.

Preparados? Vamos lá!

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1 Erro – A ausência de um diálogo claro sobre dinheiro

É preciso que ambos os cônjuges sentem-se à mesa e, juntos, definam os limites para o uso e aplicações do dinheiro.

Para tal, é recomendado que se tome nota, primeiramente, de todos os gastos essenciais, como água, luz, comida, escola dos filhos. Para, então, passado esse processo, decidir quanto há de excedente e como este irá ser gasto.

Vocês já fazem isso?

Não é necessário que todo centavo seja computado, porém, quanto mais minucioso for o planejamento, menores as chances de se contrair dívidas.

2 Erro – Não concordar em dividir o dinheiro

Essa pega muita gente e talvez a gente te pegou agora, será? Nunca brigaram por isso?
O ser humano é dotado de uma natureza individualista, por vezes resiste ao conceito de comunidade, de compartilhamento. Mesmo que cada um tenha seu próprio emprego e ganhe seu próprio salário, isso não dá o direito aos parceiros de gastar inadvertidamente o que recebem.

O casal é um, e da mesma forma deverá ser o dinheiro conquistado por marido e mulher.

Sério? Sério.

A despeito do argumento moral, essa prática de despesas individuais enfraquece o relacionamento e distancia o casal. O dinheiro, ao invés de ser o instrumento de felicidade, torna-se uma barreira entre os dois.

Por isso, após o planejamento em conjunto, aceite sua parte nos gastos e discipline-se para, quando chegar aquela vontade irresistível de comprar uma bolsa ou um relógio, não seja seduzido pela doce mensagem: “Eu trabalho, tenho meu próprio dinheiro, posso gastá-lo como bem entender.”

Obviamente, um mimo ou outro, de vez em quando, não é nada de mais. Afinal, nem só de pão vive o homem. O problema surge quando essas compras “bobas” acumulam-se no cartão e, quando o orçamento vem no fim do mês, a “bomba explode”.

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3 Erro – Ignorar os hábitos do cônjuge

Se seu marido gostar de sair muito com os amigos, ou sua mulher, de frequentar o salão, não há problemas. Os hobbies e recreações de ambos devem ser levados em conta na hora de pôr no papel as despesas do lar.

A bronca se dá quando um dos lados se excede nos gastos, aí, a conversa precisa ser atualizada.

Isso mesmo, hora de conversar.

Não adianta perder a calma e discutir com seu parceiro. Um diálogo sério e maduro é a maneira mais eficaz para a resolução de conflitos.

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O marido não deve impedir sua mulher de embelezar-se; nem a esposa pedir que seu parceiro abandone o churrasco. Equilibrio, em ambos os casos, é a chave de harmonia.

4 Erro – Esconder compras ou dívidas

A mentira nunca é a solução de um dilema. Pense nisso!!

Seja por medo de repreensão do companheiro ou por arrependimentos, gasto nenhum pode ser omitido.

Plano algum deve ser posto em prática sem a aprovação de ambos. É uma questão, antes de tudo, de confiança. O objetivo do casamento, no final das contas, não é deixar de lado a individualidade para se tornar um com a pessoa amada?

Qual o sentido de uma união quando uma das partes se dissocia do conjunto e faz planos por conta própria?

Se a compra é digna de reprovação, por que efetuá-la?

Toda dívida deve ser levada aos ouvidos do outro.

5 Erro -Exceder-se nos gastos

Independentemente de quão bem se ganhe, é sempre preciso manter na ponta do lápis os gastos da casa. Cair na falsa segurança que uma compra parcelada oferece é receita para desastre. Obter produtos dividindo-os a perder de vista tira dele a urgência de seu preço.

Compramos mais e mais, até o ponto em que, atolados de pequenas parcelas, somos incapazes de arcar com o peso do que compramos.

Caso uma perda imprevisível de emprego, ou um aumento repentino nas contas essenciais ocorra, essas diminutas prestações acabam acumulando-se em um circulo vicioso do qual se é muito difícil sair.

Portanto, cautela! Evitem excessos e gastanças.

6 Erro -Viver um padrão de vida acima do que o salário permite e a ausência de uma poupança

É compreensível que, como pais, é seu maior desejo suprir e educar seu filho da melhor maneira possível e com ele viver uma vida de requinte.

O problema é quando a situação evolui de conforto para ostentação.

Celulares da moda, roupa de grife, restaurantes caros ou baladas, podem ser vilões da destruição financeira.

Não é saudável gastar, num mês, todos os ganhos da família.

Mesmo que nenhuma despesa exceda os salários de ambos, é sempre bom reservar uma parte dos rendimentos, sejam dez, vinte por cento da renda, para uma poupança. Nunca se sabe quando a situação pode se complicar. Esse dinheiro será extremamente oportuno numa situação indesejada.

Querer ter a vida de um artista de novela ou de um parente bem sucedido é um desejo frequente de muitos de nós. Porém, não se pode perder o chão sob nossos pés. Alçar voo em nossas ilusões é um erro fatal, pois, um dia, nossas asas, cada vez mais pesadas pelas dívidas, um dia cederão e, com elas, nossas vidas cairão por terra.

7 Erro – Ver no dinheiro e, em suas aplicações, a saída de todos os problemas

“Dinheiro não traz felicidade”.

Essa é um frase que todos nós já ouvimos mais de uma vez em nossas vidas. Como diz o ditado, não são nos presentes, viagens e regalias em que se fundamenta o casamento.

A #vidaA2 não pode ser regrada pela frieza da moeda ou do ouro. É o amor entre o casal, o carinho, as palavras gentis, a presença, o conforto, a proteção e o companheirismo os ingredientes-chave para uma relação saudável e feliz. O dinheiro é apenas um facilitador de todas essas virtudes, não a mãe de todas elas.

A graça de um encontro em um restaurante chique não é a espera pela comida exótica a ser degustada pelo casal ou a apreciação vagarosa de uma bebida importada. A companhia do outro, a conversa, o flerte e o amor entre os parceiros é que fazem esse momento valer a pena.

Antes do colar de diamantes ou do buquê de infinitas rosas, há o “eu te amo”, há o coração palpitante e cheio de uma alegria indescritível de um homem a presentear a esposa querida.

Ora, se um relacionamento fosse apenas dinheiro, como pessoas pobres poderiam ser bem casadas e felizes em sua humilde existência?

8 Erro – Não gastar juntos o que ganham

Aos proferirem os votos de matrimônio, duas pessoas se tornam uma e, com isso, suas vidas convergem. Se aos olhos de Deus o casal é um, como pode ele, no que diz respeito ao dinheiro, agir separado?

A harmonia, união e confiança em um lar são o que determinam a estabilidade de um relacionamento. Quando um dos cônjuges resolve gastar a esmo, por conta própria, e sem notificar o outro, o palco está montado e uma nova tragédia moderna há de se encenar naquele lar.

A solução para esse problema é, como já muito frisado durante o texto, apenas uma: o casal deve, sempre, consultar o parceiro acerca dos gastos, dos desejos e dos caminhos pelos quais a vida financeira da família deve trilhar.

Ainda que encontremos inúmeras dificuldades para lidar com as finanças no cotidiano, é possível sim administrar os gastos da família com equilíbrio.

Para isso, o casal precisa estar em sintonia e manter o diálogo atualizado. A conversa e a harmonia são o essencial para a manutenção de uma #vidaA2 saudável e para proteger o casamento dos perigos e intempéries do mundo moderno. Com as dicas apresentadas e com Deus no coração, vocês poderão dizer para o mundo que são:

Fonte: Casados para Sempre.

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