Texto: Mt 16.24-28

O mundo nos oferece vários tipos de “ídolos” pelo qual seguimos. Nós seguimos a moda (roupa, carro do ano, celular da moda, PC), seguimos o time de futebol, seguimos os políticos, seguimos as pessoas no Orkut ou no twitter ou no facebook, seguimos a novela, o ator ou atriz famosa, seguimos uma religão.
O ser humano está sempre em busca de alguma coisa que traz satisfação. Seguimos tantas coisas, mas o que é essencial não seguimos: o Mestre, Jesus Cristo. O prazer de seguir os “ídolos” de nossa cultura pode ser que traga certo tipo de prazer, mas é momentâneo. Exemplo: comprei o carro do ano… ano que vem ele se desatualiza… e queremos trocar de carro.
A cultura que vivemos é uma cultura que você tem que TER para SER. É uma cultura consumista e individualista, onde você tem que consumir e torna-se superior a alguém para ser alguém.
O cristianismo de Jesus não é assim. O cristianismo dos discípulos de Jesus é diferente. Os discípulos de Jesus não seguem a cultura, não seguem outros “ídolos”, mas seguem a Jesus Cristo. Os discípulos de Jesus desfrutam de uma vida reconciliada com o Criador e usufruem do Reino de Deus.

Proposição:
Sabemos que o mundo segue a vários “ídolos”, mas nós somos chamados para seguir o Mestre Jesus. Que atitude tenho que ter para seguir a Jesus?


Desenvolvimento:
Transição: A primeira atitude dos discípulos de Jesus é o…
I- Renunciar a si mesmo;
Vivemos numa época do individualismo, onde existe uma grande ênfase no “antropocentrismo”. O pensamento é: “primeiro o EU”.
Para seguir a Jesus é necessária a renúncia. O Evangelho de Jesus é de renúncia. Precisamos renunciar o pecado em nós: o pecado gera a morte para Deus. Adão e Eva “morreram” para Deus ao desobedecerem a seu mandamento e foram amaldiçoados.
1 Jo 2.15-17: o amor ao mundo nos faz inimigos de Deus.
Só existem dois caminhos: estreito e largo; luz e trevas.
Desenvolvimento:
Transição: A segunda atitude dos discípulos de Jesus é o…
II – Tomar a cruz;
Tomar a cruz é ter a disposição de sofrer por Cristo até a morte; “Sê fiel até a morte e dar-te-ei a coroa da vida”.
A cruz simboliza: sofrimento, humilhação, dor e etc.
Duas notícias, uma boa a outra ruim: a ruim é que a vida com Cristo não nos exime do sofrimento e das aflições. Nenhuma religião isenta o ser humano do sofrimento ou das aflições. Não existe uma religião “tabajara, seus problemas acabaram”.
            A notícia boa é que Jesus venceu a cruz e assim venceremos também. Por isso, não podemos fugir de nossos problemas (Elias fez isso 1 Reis 19), mas enfrentá-los e vencê-los assim como Jesus fez.
Deus não nos livra DOS problemas, mas nos livra NOS problemas. Assim foi com Daniel (cap. 6). Deus podia livrá-lo DA cova dos leões, mas Deus preferiu livrá-lo NA cova dos leões.
“No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo”.


Desenvolvimento:
Transição: A terceira atitude dos discípulos de Jesus é o…
III- Seguir o Mestre.
Seguir a Jesus não é vir aos cultos de domingo; não é seguir uma religião. Lógico que ir aos cultos me ajuda a seguir a Jesus.
A palavra “seguir” no grego significa: juntar se a ele como seu assistente; acompanhá-lo; apoiar o seu partido.
Devemos seguir o caminho que é Jesus. Este caminho é de vida! Caminho na Bíblia é uma forma de viver. O salmista dizia: “Bem-aventurado o homem que não anda no caminho dos… antes o seu prazer está na Lei do Senhor”. “Luz para meu caminho é a tua Palavra”.
Sendo Ele o caminho, no singular, não há outro caminho para Deus; Ele disse: “… e ninguém vem ao Pai, senão por mim…” (Jo 14.6).
Conclusão:
Apresento três pessoas que renunciaram a si mesmo, tomaram a cruz, seguiram a Jesus e foram muito felizes:
André, pescador. André era um pescador que vivia indignado com a opressão ao seu povo. Ele ouviu de João Batista que Jesus é “o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”. Ele compreendeu que o pecado era o que trazia infelicidade a sua vida. Por isso, André passou a seguir a Jesus e ainda apresentou o Messias a seu irmão Pedro.
Mulher, samaritana. Esta mulher era alvo de preconceitos de sua época. Era uma pecadora que estava com sua alma seca, necessitada de saciar a sua sede com a “água viva” que é Cristo. No encontro com Jesus ela reconhece o seu pecado e alcança a salvação passando a ser a primeira evangelista mulher.

Homem cego, curado. Vivia sob o jugo do preconceito e da falta de misericórdia dos religiosos de sua época. Ele encontra-se com Jesus e sua vida é mudada quando Jesus cura as suas vistas. Ele testemunha dizendo: “eu era cego e agora vejo

 

Fonte: Daniel Stephen