– Os crentes de Tessalônica vieram a se tornar um modelo para todos os crentes da região (vs. 7). Eles eram tão bem conceituados que Paulo chega a dizer que não precisavam de cousa alguma a mais (vs. 8). Por que isso aconteceu?

1.ELES TINHAM UMA FÉ QUE TRABALHAVA – vs. 3 – Operosidade quer dizer “ser operoso, laborioso, produtivo”. Eles não viviam apenas de uma fé de palavras, de uma fé de banco de Igreja. A fé que eles tinha gerava frutos. Tiago 2:14-26 fala bem claro o que significa diante de Deus uma fé que não se traduz em obras.

2.ELES TINHAM UM AMOR ABNEGADO – vs. 3 – Abnegado é “desprendido”, “desinteressado”. Era um amor que não buscava seus próprios interesses. Era uma comunidade que compartilhava suas vidas.

3.ELES TINHAM UMA ESPERANÇA VIVA EM CRISTO – vs. 3 – Ninguém vivia chorando pelos cantos, preocupados, ansiosos, desesperados com o dia de amanhã. Eles sabiam que “o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã” (Salmos 30:5). Eles com certeza viviam repetindo: “sei que o meu Redentor vive e que por fim se levantará” (Jó 19:25).


– Mas você pode estar dizendo: “pastor, eu quero ser como esses crentes eram. O que eu devo fazer? A resposta vem no versículo 5:


1.ELES VIVIAM CHEIOS DO PODER DO ESPÍRITO SANTO – “dunamis” é o termo grego para “poder”. É a raíz de “dinamite”. O crente tem que Ter poder de fogo em sua vida, para investir contra o diabo, contra o mundo e contra os problemas do dia a dia. É o poder do Espírito Santo que não nos deixa prostrados, mas nos levanta como um poderoso Exército diante de Deus.

2.ELES TINHAM PLENA CONVICÇÃO NO QUE CRIAM – Eles não viviam titubeando entre as coisas de Deus e as coisas do mundo. Eles não sucumbiam a qualquer cilada do mundo e dos prazeres, mas viviam de modo convicto, como o apóstolo Paulo que declarou: “sei em quem tenho crido” (II Timóteo 1:12).

3.ELES TINHAM UM PROCEDIMENTO DIGNO – O andar diário daqueles crentes era condizente com o que criam, pois eles se tornaram imitadores de Paulo e do Senhor (vs. 6). De nada adianta querer ser cheio de poder, mostrar convicção, se nossa vida não autentica aquilo que pregamos.


Conclusão:
– Para sermos modelo como cristãos temos que transformar nossa fé em frutos, sermos desapegados de nossas posses, esperar confiantemente no Senhor e isso sob o poder do Espírito Santo, em plena convicção, vivendo uma vida digna diante de Deus e dos Homens.