1- Um Amor Inesgotável – Gn 3.8,21

– Graça comum: presença e proteção. O passeio de Deus no Jardim do Éden ao entardecer do fatídico dia da queda demonstra o inesgotável amor de Deus. 
– Seu cuidado ao fazer roupas de peles para o casal, agora vulnerável por causa do pecado, aponta para uma fidelidade que durará para sempre. 
– Jesus referiu-se a essa graça comum na expressão “ele [Deus] faz raiar o seu sol sobre maus e bons e derrama chuva sobre justos e injustos” (Mt 5.45). E aquele que se fez carne está presente no universo “sustentando todas as coisas por sua palavra poderosa” (Hb 1.3).
2- Uma Promessa Irrevogável – Gn 3.15: “o descendente dela… lhe ferirá a cabeça”
– Graça salvadora: o descendente vencedor foi prometido à mulher no Éden. 
– Foi um anúncio quase cifrado, cujo entendimento pleno veio à luz com Cristo: “quando chegou a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher” (Gl 4.4).
– A graça de Deus se manifestou salvadora (Tt 2.11). “Ele nos perdoou todas as transgressões, e cancelou a escrita de dívida, que consistia em ordenanças, e que nos era contrária.
– Ele a removeu, pregando-a na cruz, e, tendo despojado os poderes e as autoridades, fez deles um espetáculo público, triunfando sobre eles na cruz” (Cl 2.13-15).
– Ou seja: nossa dívida foi perdoada e o inimigo foi despojado do poder que exercia sobre nós por meio do pecado e da morte.
3- Um Limite Inegociável – Gn 3.19,21: “você é pó, e ao pó voltará”
– A morte é “o último inimigo a ser destruído” (1Co 15.26), disse o apóstolo Paulo.
– Ela é nossa inimiga enquanto castigo pelo pecado.
– Mas a mesma morte imposta ao homem serve de barreira protetora e introduz um elemento de esperança, por causa de Cristo.
– Se não morrêssemos, todos nós estaríamos destinados a um estado de pecado eterno. Esse foi o sentido da expulsão do Éden: “Não se deve… permitir que ele tome também do fruto da árvore da vida e o coma, e viva para sempre” (Gn 3.22).
– A morte de cada é só uma questão de “quando”. E nossa completa impotência diante dela é um poderoso lembrete da necessidade de salvação.
– Só quem morre e ressuscita com Cristo experimenta paz com Deus.
– Sua morte eterna é substituída pela justiça de Cristo e por uma vida nova e abundante (Rm 5.12-21; 2Co 5.14-6.1).