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Sinto muito, mas é preciso mesmo pensar, por Cleverton Lima
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Outro dia alguém me falou de uma cantora evangélica muito popular em parte da Igreja Brasileira. Como não a conhecia me propus a não tecer nenhum comentário hostil ou depreciativo. Meu método foi bastante simples:

1) como essa cantora propõe o evangelho?

2) Como Cristo é apresentado?

3) Quais são os valores de Deus que suas canções citam?

Munido destas questões centrais, eu fui escutar algumas músicas no Youtube; abrir também um site com letras de músicas para acompanhar o raciocínio proposto na música. Por fim, pesquisei a descrição da cantora no Wikipédia.

Minhas suspeitas foram confirmadas com o teor de algumas letras e músicas da supracitada cantora gospel. Superficialidade gratuita poderia resumir minha breve análise de campo. Isto porque, no final dos anos 90, começou a surgi um número de músicas que parte da ideia de “eu sofri muito”, “sou um coitado que padece”, “mas Deus vai me exaltar, pois eu tenho direito”, não? Outros falam: “o tempo da prova já passou agora todos vão ver minha vitória”….

Mas onde você o problema neste tipo música e sua teologia? Simplesmente, esse tipo de música coloca Deus em dívida conosco. Isso gera em nosso coração uma atitude soberba, pois eu sou o resultado do meu desempenho que o mundo acredita ser coerente. Enquanto isso, a Bíblia nos ensina que Deus em sua soberania, nos salvou, santificou e nos fez filhos, para que nossa vida seja de gratidão. Ao contrário, essas músicas não nos leva a ter um coração piedoso diante do Pai. Cristo não é exaltado, mas a minha vida, a minha vitória, meu sucesso. A vitória chega até ter um sabor adocicado. Ou seja, eu digo para o mundo que sou vitorioso, mas Cristo nem aparece. Pois não existe escândalo neste tipo de música, pois não existe Cristo, não existe o nega-se a si mesmo, nem cruz. Só vitória e o tripudiar dos que não viram que eu poderia ser um sucesso.

Tenha cuidado leitor com o tipo de música que você escuta. Tudo que nos levar a nossa exaltação diz muito sobre nossa condição de perdição. Lembre que Cristo é tudo em todos, como bem afirmou o apóstolo Paulo. Cristo é o foco da adoração, se a música do gospel brasileiro diz que é o contrário, rejeite. Examine a Palavra de Deus para, então, avaliar se a música que você escuta e consome glorifica a Cristo, ou é só mais uma terapia mundana do ego.


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