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Visão panorâmica na carta aos Gálatas
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Introdução:

Autoria e data: 1.1 – a carta é explícita como do apóstolo Paulo. A carta foi escrita por volta do ano 50d.C., depois do concílio de Jerusalém (Atos 15), por ocasião da segunda viagem missionária.

Destinatários: Galácia é uma região e não uma cidade. Há duas hipóteses entre os estudiosos. Uma é que Paulo escreveu para as igrejas do sul que ele fundou na primeira viagem missionária (Icônio, Antioquia, Listra e Derbe). Ou então, escreveu também para as da região norte, sendo um campo bem maior.

Propósitos:
  Paulo escreve preocupado com algumas coisas que estavam acontecendo com as igrejas da Galácia: Judaizantes, que ensinavam aos novos conversos a necessidade de circuncidarem-se também e viverem pela lei. Para eles, antes de serem cristãos, precisavam tornarem-se judeus.

O problema e seus desdobramentos:
1.      A deturpação do evangelho:
  deixava de ser da graça para ser das obras (1.6 e 2.16-21),
  traziam perturbação às consciências (1.7),
  traziam maldição antes que benção (1.8,9)
  reduziam a liberdade em Cristo á escravidão (2.4),
  confundia a própria liderança fazendo-os agir como não deviam (2.11-14),
  pregava justificação pelas obras anulando a justificação pela fé em Cristo (3.10-14),
  ensinava a tradição ritual estéril (4.8-11),
  produziu quebra nos relacionamentos (5.15),
  induziu os crentes a viverem em pecado. Os rituais legais e cerimoniais sendo cumpridos era suficiente. (5.13-17),
  levava ao orgulho e soberba características dos fariseus da época de Cristo (6.12 e 5.26)

O tratamento de Paulo:
  1.1 – apresenta-se como apóstolo de Cristo
  1.6-9 – aponta para o Evangelho pleno como autoridade sobre os homens e não o contrário
  1.10-24 – explica que seu ensino foi dado pelo próprio Deus, ao contrário do ensino dos judaizantes. Traz à memória as suas credenciais
  2.11-21 – repreende publicamente a liderança vacilante chamando-os para o ensino correto
  3.1-5 – chama a experiência de salvação dos crentes da Galácia como fundamento
  3.6-29 – chama a experiência de Abraão como segundo fundamento para justificação pela fé
  4.1-31 – demonstra o valor transitório de ritos e cerimônia da lei e compara as duas alianças de forma alegórica: Sara e Hagar, Lei e graça
  5 – Estimula os crentes a lutarem pelo evangelho em todas as esferas: pessoal, eclesiástica, e a instruírem os mais novos na fé a viverem pelo evangelho de Deus.

Aplicação prática:
  Precisamos ter cuidado para não desvirtuarmos o evangelho
  Precisamos estar preparados para combater heresias
  Precisamos ser zelosos na vida com Cristo e com os irmãos.

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